No dia a dia você empenha, liquida, paga e concilia. Mas o TCE e a STN julgam reconhecimento, mensuração e evidenciação. O Aperfeiçoamento em Contabilidade Pública é um programa de 12 meses que fecha essa distância, pra contadores, controladores e consultores que já atuam na contabilidade pública municipal e estadual.
Não é conteúdo introdutório. O programa parte da prática de quem já está em exercício e aprofunda os procedimentos que sustentam a prestação de contas. Se você se reconhece em pelo menos uma das quatro situações abaixo, ele foi desenhado pra você.
Contadores e responsáveis técnicos pela prestação de contas de prefeituras, câmaras e autarquias, quem põe o nome no que vai para o Tribunal.
Quem monta RREO, RGF e Matriz de Saldos e só descobre a inconsistência na devolutiva do Tribunal ou na crítica do Siconfi.
Quem depende do suporte do SIAFIC ou de consultoria para decidir reconhecimento, mensuração e evidenciação, e recebe resposta genérica, igual para todo ente.
Assessorias e consultorias que atendem vários municípios e precisam de um método padronizado, sem aumentar a equipe.
Quase todo contador público que eu conheço chegou até aqui pelo mesmo caminho. E é o caminho, não a falta de estudo, que explica tudo o que vem depois.
Na rotina, o aprendizado vem na ordem da execução. Empenha, liquida, paga, concilia. Foi assim que você aprendeu de verdade: fazendo, com prazo em cima, com alguém pedindo o número pra ontem.
Só que o Tribunal de Contas e a Secretaria do Tesouro Nacional não olham nada disso. Eles abrem o relatório e perguntam de onde ele veio. Percorrem o caminho inverso, da evidenciação de volta até o registro que a originou.
É o mesmo percurso, na direção contrária. E essa direção você nunca praticou, porque na faculdade ela veio antes da prática. Depois da faculdade, ela nunca mais voltou.
Reconhecer, mensurar e evidenciar continua sendo feito. Só que não por você. Quem faz é o sistema, que aplica a regra geral, ou a consultoria, que aplica o mesmo modelo em todos os entes que atende.
Não é má-fé de nenhum dos dois. É limitação de origem: essas três decisões dependem do fato concreto. Do contrato que o seu ente assinou, da lei que o seu município publicou, do convênio que entrou com aquela vinculação específica.
O fato está com você. É a única parte do seu trabalho que não tem como ser substituída, e é justamente a que foi.
Todo ano você promete que vai estudar aquilo com calma. E todo ano chega uma remessa no dia em que você ia começar.
A conclusão fácil é achar que falta disciplina. Ou tempo. Ou capacidade. Não falta nenhuma das três, você estudou, passou em concurso, leu norma que a maioria nunca abriu.
O que acontece é mais simples, e mais cruel: você está correndo na camada onde o esforço não é medido. Dobrar as horas ali não muda a avaliação. Só aumenta o cansaço.
Não é volume. É camada.
Existe um jeito de reassumir essa camada. E ele começa por fazer o mesmo percurso que o Tribunal faz: ler de trás pra frente.
Reconhecimento. Mensuração. Evidenciação. Você já conhece as três palavras, estão na norma, você estudou as três. O que ninguém te mostrou foi como usá-las de trás pra frente, num relatório de verdade, com prazo em cima.
O caminho é o mesmo. O que muda é o sentido.
Quando dá divergência, o instinto é abrir o sistema e caçar o lançamento errado. É o caminho que você aprendeu: começar pelo registro e seguir até o relatório.
O problema é que o Tribunal não faz esse caminho. Ele faz o contrário. Abre o relatório e desce.
Então é por aí que você também precisa começar.
Antes de procurar erro, entenda o que o número está dizendo para quem lê. Em que demonstrativo ele aparece, com que outros ele tem que conversar, e que afirmação ele faz sobre o seu ente.
Qual critério, qual base, qual cálculo. Se você não consegue refazer a conta e chegar no mesmo número, o problema está aqui, e não adianta descer mais.
Só agora você chega no registro. Que fato aconteceu, quando, com que documento, e por que foi parar nessa conta e nessa fonte, e não em outra.
Na maioria das divergências, o erro aparece no segundo degrau, antes de você ter aberto um único lançamento.
É isso que eu chamo de Leitura Invertida. E os três degraus são o tripé prático da contabilidade pública: os mesmos três conceitos que você já sabe, usados na ordem em que você é avaliado.
O demonstrativo de disponibilidade de caixa e restos a pagar do RGF fecha com um saldo que o gestor não reconhece.
Abrir o sistema, conferir lançamento por lançamento, dois dias.
Primeiro, o que esse demonstrativo está afirmando e com que saldos por fonte ele foi montado. Depois, esses saldos foram mensurados por qual critério, fonte a fonte. Só então, que fatos alimentaram cada fonte, e se algum foi reconhecido onde não devia.
Você não procura o erro. Você desce até ele.
No encerramento você lê de trás pra frente, do relatório até o registro, porque é assim que vão te avaliar.
Na projeção você constrói de frente pra trás, da lei até a evidenciação, porque é assim que o número nasce defensável. Estimar a receita de IBS na PLOA 2027 é exatamente isso: reconhecer o que a lei manda reconhecer, mensurar com método, e evidenciar de forma que resista à pergunta de onde saiu.
Quem domina o tripé usa nas duas direções. Quem não domina não usa em nenhuma.
O tripé não é teoria nova. É a sua técnica aplicada na ordem certa. E ela funciona em doze pontos do ano, não em um só.
24 encontros ao vivo · 12 meses · 60 horas
Antes dos encontros ao vivo, 12 horas de conteúdo em EAD pra nivelar os fundamentos. Depois, 2 encontros ao vivo por mês, com entregáveis por tema, checklists, roteiros de conferência e memórias de cálculo, e atualização normativa contínua ao longo dos 12 meses.
Cada tema começa pelo demonstrativo onde ele aparece e desce até o registro que o originou. É a leitura invertida, aplicada doze vezes.
PPA, LDO, LOA, créditos adicionais e alterações orçamentárias.
Reconhecimento, mensuração, classificação e registro no PCASP.
Empenho, liquidação, pagamento e reflexos patrimoniais e fiscais.
Vinculação, rastreabilidade, controle de saldos por fonte e conformidade na aplicação.
Registro extraorçamentário, retenções, inscrição e baixa de restos a pagar processados e não processados.
Dívida consolidada, operações de crédito, precatórios, SADIPEM e evidenciação.
Ao final destes seis, você reconstrói a origem de qualquer número que aparece no seu balanço.
Análise do balancete, estrutura da MSC, conformidade, validação e correção de inconsistências antes da remessa.
MDE, FUNDEB, SIOPE, ASPS, SIOPS e demais anexos.
Gastos com pessoal, endividamento, disponibilidade de caixa e restos a pagar.
Critérios de qualidade contábil da STN, indicadores e capacidade de pagamento.
Ao final destes quatro, você confere e corrige antes de enviar, e não depois que volta.
Balanço Orçamentário, Financeiro, Patrimonial e Demonstração das Variações Patrimoniais.
Redação técnica, conferência cruzada e fechamento da prestação de contas.
E aqui você fecha a prestação de contas sabendo explicar cada linha dela.
O calendário com as datas de cada tema é divulgado no ingresso do participante.
Nenhum desses temas é novidade pra você. O que muda é a ordem em que eles são atacados, o método aplicado em cada um, e o fato de você não estar sozinho quando chegar a vez de cada um deles.
Garantir minha vaga na Turma 3Eu já entreguei muito mais do que isso. E aprendi, ao longo de dezoito turmas, que quase ninguém dava conta, as pessoas começavam e não terminavam. Se você já comprou curso e parou no meio, o problema não era você: era o volume. A Turma 3 foi desenhada ao contrário: menos conteúdo simultâneo, mais aplicação, num ritmo que cabe na rotina de quem trabalha.
O programaLiberado no primeiro dia. Estrutura do PCASP, natureza de receita e de despesa, fonte de recursos, e como tudo isso vira balanço e remessa dentro do SIAFIC. É o nivelamento que sustenta os encontros.
Dois por mês, ao longo de doze meses. Um tema por vez, aplicado nos demonstrativos do seu próprio ente, com entregáveis: checklists, roteiros de conferência e memórias de cálculo.
Acompanhamento do professor entre um encontro e outro, e troca com contadores de entes de portes diferentes, gente que já passou pelo problema que chegou hoje na sua mesa.
Planilhas de lançamento e de rastreabilidade, e os mapas de impacto das informações complementares nos balanços e demonstrativos. Reaproveitáveis a cada exercício.
O roteiro de aplicação de cada tema, com a sequência de atividades e os pontos de verificação. Serve pra uma coisa só: transformar estudo em rotina, e não em acúmulo.
Treinado no método e no acervo técnico do programa, pra consultar na hora em que a dúvida aparece, no meio do trabalho, não depois dele.
Certificado de 60 horas: emitido mediante frequência mínima de 75% nos encontros ao vivo.
Doze meses é tempo suficiente pra virar rotina. E pouco o bastante pra você não se perder no caminho.
Garantir minha vaga na Turma 3Autonomia técnica pra conferir, validar e justificar os próprios relatórios antes do envio aos órgãos de controle.
Redução de inconsistências e de apontamentos do Tribunal de Contas e da Secretaria do Tesouro Nacional.
Melhora dos indicadores de qualidade contábil do ente, com reflexo no Ranking do Siconfi e na apuração da CAPAG.
Segurança na emissão de pareceres e no atendimento a diligências e questionamentos técnicos.
Menor dependência de suporte externo na resolução de questões contábeis e fiscais da rotina.
Os resultados dependem da aplicação do método na rotina do próprio ente.
Depoimentos reais de alunos do Programa Contador de Valor, em texto e vídeo.
Cada aula, cada explicação, e eu pensava: meu Deus, como eu não entendia isso? O material virou minha apostila de consulta, e quando bate uma dúvida no meio do expediente, eu assisto à aula e resolvo ali mesmo.
Alexandra Hafele Oliveira · contadora pública, Pelotas/RSO curso tá destravando, tá me dando mais fundamentação pra analisar os relatórios. Eu indicaria com certeza, indicaria 101%.
César Secundo · controlador público, Serrinha dos Pintos/RNFoi um divisor de águas na minha carreira. Pra quem tá entrando ou pra quem parou no tempo e quer se reciclar, é um curso que vai abrir portas e trazer uma nova visão da contabilidade pública.
Emerson Basso · consultor em contabilidade pública, GOAntes eu não tinha noção nenhuma de como fechar um balanço. Hoje já adianto sozinho a maior parte, e não tem investimento que pague o que o Contador de Valor me trouxe.
Elvis Rodrigues de Souza · contador público, São Félix do Coribe/BAEu vi que pouco eu sabia e que muito eu precisava aprender. Hoje eu me sinto seguro falando de contabilidade pública pra qualquer estado do Brasil.
Livaldo Leão · contador público, PAO professor traz os demonstrativos de municípios reais, não dados fictícios. A clareza que ele consegue trazer pras aulas é algo que eu não encontrei em nenhum outro lugar.
Lígia Couto · aluna do curso Fechamento de BalançosAs informações do professor João sempre nos colocam à frente do nosso trabalho, e nos impulsionam a atingir os resultados de uma forma mais leve e com mais segurança.
Salvador Moutinho · contador, Prefeitura de Buritama/SPCada aula, cada explicação, e eu pensava: meu Deus, como eu não entendia isso? O material virou minha apostila de consulta, e quando bate uma dúvida no meio do expediente, eu assisto à aula e resolvo ali mesmo.
Alexandra Hafele Oliveira · contadora pública, Pelotas/RSO curso tá destravando, tá me dando mais fundamentação pra analisar os relatórios. Eu indicaria com certeza, indicaria 101%.
César Secundo · controlador público, Serrinha dos Pintos/RNFoi um divisor de águas na minha carreira. Pra quem tá entrando ou pra quem parou no tempo e quer se reciclar, é um curso que vai abrir portas e trazer uma nova visão da contabilidade pública.
Emerson Basso · consultor em contabilidade pública, GOAntes eu não tinha noção nenhuma de como fechar um balanço. Hoje já adianto sozinho a maior parte, e não tem investimento que pague o que o Contador de Valor me trouxe.
Elvis Rodrigues de Souza · contador público, São Félix do Coribe/BAEu vi que pouco eu sabia e que muito eu precisava aprender. Hoje eu me sinto seguro falando de contabilidade pública pra qualquer estado do Brasil.
Livaldo Leão · contador público, PAO professor traz os demonstrativos de municípios reais, não dados fictícios. A clareza que ele consegue trazer pras aulas é algo que eu não encontrei em nenhum outro lugar.
Lígia Couto · aluna do curso Fechamento de BalançosAs informações do professor João sempre nos colocam à frente do nosso trabalho, e nos impulsionam a atingir os resultados de uma forma mais leve e com mais segurança.
Salvador Moutinho · contador, Prefeitura de Buritama/SP
▶Assistir depoimento
▶Assistir depoimento
▶Assistir depoimento
▶Assistir depoimento
▶Assistir depoimento
▶Assistir depoimento
▶Assistir depoimento
▶Assistir depoimento
▶Assistir depoimento
▶Assistir depoimento
▶Assistir depoimento
▶Assistir depoimento
▶Assistir depoimento
▶Assistir depoimento
▶Assistir depoimento
▶Assistir depoimento
▶Assistir depoimento
▶Assistir depoimento
Contador, professor e empresário contábil
Contador, professor e empresário contábil, com especialização em Gestão de Cidades pelo MBA em Administração Pública. Foi multiplicador da Secretaria do Tesouro Nacional no biênio 2020–2022, é professor titular em cursos de pós-graduação em Contabilidade Aplicada ao Setor Público e autor e coautor de cursos e treinamentos sobre CASP, com ênfase na qualidade contábil e fiscal no Siconfi.
Ministrou palestras e cursos pelos Conselhos Regionais de Contabilidade do Tocantins, Acre, Paraná, Mato Grosso, Paraíba e Santa Catarina, e em diversos municípios de todo o país. Possui ampla experiência como consultor e gerente de sistemas únicos e integrados de execução orçamentária, administração financeira e controle, transparência pública e inteligência gerencial. Ao longo da carreira, já formou mais de 5.000 contadores e gestores públicos em todo o Brasil, através de 18 turmas do Programa Contador de Valor.
Se, nesse período, você não estiver satisfeito com o conteúdo e a condução do programa, o investimento é devolvido integralmente. Sem burocracia, sem letra miúda.
Essa é a razão pela qual a Turma 3 é do tamanho que é. Ao longo de dezoito turmas eu entreguei muito mais conteúdo do que isso, e o que eu vi foi que a maioria começava e não terminava: não por falta de vontade, por volume. Agora são dois encontros por mês, um tema por vez, com um roteiro de aplicação pronto pra cada tema. Se você conseguir duas noites por mês, você acompanha.
Não. O programa parte da prática de quem já está em exercício, contadores, controladores e consultores que já atuam na contabilidade pública municipal ou estadual. Se você ainda não lida com empenho, liquidação, conciliação e prestação de contas na rotina, o aproveitamento vai ser baixo.
Sim, e é exatamente pra isso que existem as 12 horas de conteúdo base, liberadas no primeiro dia. Elas nivelam PCASP, natureza de receita e despesa e fonte de recursos antes do primeiro encontro. Quem já domina essa parte usa como revisão, quem não domina, usa como ponto de partida.
Sim, todos os encontros ficam gravados e disponíveis na plataforma durante todo o período. A gravação existe pra você rever e pra cobrir a reunião que apareceu em cima da hora, mas o programa é feito pra ser vivido ao vivo, porque é ao vivo que o seu caso entra na aula. Por isso o certificado exige 75% de presença nos encontros: de 24 encontros, você pode perder até 6 e ainda se certificar.
Os temas seguem o ciclo do exercício, então cada um cai no mês em que aquele assunto aparece na sua mesa. Você entra no ponto em que o ano está e completa os doze temas no seu ciclo de 12 meses.
São 12 temas, cada um com 2 encontros ao vivo quinzenais, ao longo de 12 meses, acompanhando o ciclo contábil, orçamentário e fiscal do exercício. O calendário com as datas de cada tema é divulgado no ingresso.
Serve, e é o público mais frequente. O método é o mesmo em qualquer porte, o que muda é o volume de fatos, não a técnica. Nas turmas anteriores conviveram contadores de municípios de poucos milhares de habitantes com equipes de capitais, e a troca entre eles costuma ser uma das partes mais aproveitadas. O programa também atende câmaras, autarquias e assessorias.
Funciona. O programa não ensina a operar um sistema específico, ensina a lógica contábil que todo SIAFIC precisa implementar: como o registro se transforma em balanço, demonstrativo e remessa. Com isso você consegue conferir a saída do seu sistema, qualquer que seja o fornecedor, e cobrar dele com argumento técnico quando algo não bate.
Sim, os encontros são de aplicação, e casos trazidos pelos participantes são analisados em aula. Entre um encontro e outro, a comunidade e o assistente de I.A. cobrem as dúvidas do dia a dia. O que o programa não é: consultoria individual contratada para o seu ente. Não há parecer, revisão de processo nem responsabilidade técnica sobre a sua prestação de contas.
O pagamento pode ser feito por empenho de despesa, com aceite de nota de empenho como documento hábil e emissão de NFS-e. Fale com a nossa equipe que enviamos toda a documentação necessária ao processo administrativo do seu órgão.
Pessoa física pode pagar por PIX, boleto ou cartão. À vista, o investimento é de R$ 2.500. No cartão, são 12 parcelas de R$ 255,52, totalizando R$ 3.066,24: a diferença é o custo do parcelamento. Para pessoa jurídica, o pagamento segue o processo de empenho do órgão, ou a emissão de nota fiscal para empresas.
Sim. Emitimos recibo e nota fiscal em nome de pessoa física ou jurídica, conforme a sua necessidade de prestação de contas ou reembolso.
Você recebe certificado de curso de aperfeiçoamento profissional, com carga horária de 60 horas, mediante frequência mínima de 75% nos encontros ao vivo. Se ele conta para progressão ou pontuação depende do plano de carreira do seu ente. Vale conferir a exigência de carga horária mínima lá antes de contar com isso.
Você tem 15 dias de garantia total. Entre, assista, olhe o material, participe do primeiro encontro. Se nesse período achar que não é pra você, manda uma mensagem pra nossa equipe e o valor volta integral, sem justificativa.
O Aperfeiçoamento em Contabilidade Pública é uma capacitação especializada de caráter continuado, pra contadores, controladores e consultores que já atuam na contabilidade pública municipal e estadual. Conduzido pelo Programa Contador de Valor, que desde 2020 já formou 18 turmas e mais de 1.300 contadores públicos certificados, o programa se desenvolve ao longo de 12 meses, com encontros ao vivo quinzenais dedicados à aplicação prática sobre os demonstrativos e as rotinas do seu próprio ente, acompanhando o ciclo contábil, orçamentário e fiscal do exercício.
Encontros ao vivo com interação direta e tira dúvidas
Acesso completo a todas as gravações pra rever no seu ritmo
Ecossistema de comunidade ativa com contadores de todo o país
Planilhas, ferramentas de I.A. e protocolos prontos pra aplicação imediata
Capacitar o profissional da contabilidade pública a executar, conciliar, analisar e validar os procedimentos contábeis orçamentários, financeiros, patrimoniais e fiscais, elevando a qualidade, a consistência e a confiabilidade das informações destinadas à prestação de contas e ao controle externo.
Preencha seus dados para seguir para o pagamento seguro.
Preenche os dados abaixo e enviamos direto pro nosso WhatsApp pra dar sequência à nota de empenho.